Colar nas provas para que?
Um problema muito comum é a cola em
provas. Uma pesquisa feita com 30 mil alunos do ensino médio nos EUA, 64% deles
admitiram ter colado numa prova durante o ano. Mas, acredita-se que o número
deve ser muito maior que o apontado na pesquisa. A cola e até o plagio são um
problema muito sério. Pergunta-se como esse problema chegou a esse ponto? Um problema tão grave,
porém tornou-se tão comum e até corriqueiro. Segundo educadores a cola nas
provas deve-se ao declínio dos valores éticos da cultura egocêntrica. A
tecnologia moderna vem de encontro a esse problema tornando-se uma ferramenta
fácil nas mãos de alunos honesto que se julgam em desvantagens aos outros que
colam e raramente são pegos, levando os demais a seguir o mau exemplo.
As influencias negativas estão
acontecendo em nosso dia-a-dia infelizmente – nas empresas, na política, nos
esportes e até em casa, há pais que mente ao declarar o imposto de renda ou ao
solicitar indenização de uma seguradora.
É difícil entender como autoridades,
pessoas que são exemplos trapaceiam passando aos jovens mensagens deturpadas
dos valores éticos, em que é apenas uma cola para obter uma nota melhor naquele
momento e que esse ato não ira ferir seu caráter ou modificar a ideia de
valores aprendida em casa ou na escola. Trapacear para obter uma nota melhor,
justifica o quê?
A boa educação não é a que prepara o
educando para as diversas responsabilidades da vida adulta, analisar, os
problemas do trabalho e ter capacidades para resolvê-los? Tomando como hábito o
ato de colar nas provas, esses indivíduos não serão capazes de aprender
habilidades tão importantes, e nem liderar em tarefa por menor que seja o
grupo. Acredita-se que tais pessoas escondem suas reais fraquezas, despreparos
e ainda qualquer habilidade de conviver com outras pessoas, diminuindo suas
chances de sucesso em muitos campos da vida. Podemos compara as pessoas que
colam com calçados ou relógios falsificados eles apenas parecem bons.
Mas, os trapaceiros podem ser pegos e
sofrer as consequências de seus atos, causando-lhes constrangimento, vergonha
por serem desmascarados, suspensos, expulsos da escola ou ainda conseguir se
safar momentaneamente acusando um outro alguém que desconhece suas trapaças, ou
ainda receber uma punição mais séria. Porém existem razões nobres para que
sejam honestos, e não recorreram à trapaça.
Ser honesto é o que realmente vale a
pena, os jovens que seguem esse preceito não estão em desvantagens como muito
podem pensar pelo contrário, serão jovens plenamente competentes, preparados
para os desafios da vida, trabalho e terão muito mais facilidades em adquirir
mais competências pois estão seguros e convictos de suas capacidades, que o levarão
a alcançarem os seus objetivos com sucessos.
Maria Magalhães
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